Diana Pimentel

Diana Pimentel nasceu em Lisboa em 1972. Professora Auxiliar na Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira, é doutorada em Letras, em 2008, e mestre em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea, em 2000, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com uma dissertação sobre Herberto Helder orientada pela Professora Doutora Paula Morão; é também crítica literária e editora.

Entre 1995 e 1999 integrou a equipa da Fundação Calouste Gulbenkian responsável pelo portal da revista Colóquio-Letras e, entre 1997-1999, foi colaboradora do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas / Biblioteca Nacional.

Tem publicado ensaios e recensões críticas em diversas revistas nacionais (Colóquio-Letras, Relâmpago, Diacrítica e Revista de Estudos Literários, por exemplo) e internacionais (Humanities and Social Sciences Review, International Journal of Arts & Sciences, entre outras).

Tem colaborado em volumes colectivos como Metodologias, Avanços em Literatura e Cultura Portuguesas (Santiago de Compostela-Faro, Através Editora, 2012), Poesia Experimental Portuguesa: Contextos, Ensaios, Entrevistas (UFP, 2014), Literatura Explicativa – ensaios sobre ruy belo, Assírio & Alvim, 2015 e Literatura, Cinema, Banda Desenhada (Edições Húmus, 2015), HH – Se eu quisesse, enlouquecia (Oficina Raquel, Rio de Janeiro, 2015).

Organizou, entre outras, a antologia Pontos Luminosos. Açores – Madeira, Antologia de poesia do século XX (Campo das Letras, 2007), o ensaio Ver a Voz, Ler o Rosto: uma polaróide de Herberto Helder (Campo das Letras, 2007) e aerogramas (prosa; Edições Guilhotina, 2014).

Tem no prelo os livros fogo forte e silêncio – vozes da poesia portuguesa contemporânea (Oficina Raquel, Rio de Janeiro, 2016), depois não existe antes de Herberto (2016) e fotogramas – sobre poesia portuguesa contemporânea (2017).

Participou nos documentários “Meu Deus faz com que eu seja sempre um poeta obscuro” – sobre Herberto Helder – (realizado para a RTP 2, em 2007) e “David Mourão-Ferreira: retrato com palavras” (realizado para a RTP 2, em 1996).